Quanto mais a vida passava, pior o sentimento parecia. Os momentos iam e vinham com demasiada rapidez e minha ansiedade crescia.
Ninguém disse que a vida seria fácil e nunca acreditei que seria. No entanto, a cada passo que eu dou o futuro se aproxima, mais ameaçador e mais imprevisível a cada instante.
Nenhum dos sentimentos ruins foram embora. Estão todos aqui dentro, meio adormecidos mas acordando aos poucos, já começando a me sufocar com desespero.
Acordar voltou a ser mais e mais difícil.
domingo, 21 de abril de 2013
They are still here
quarta-feira, 17 de abril de 2013
No one
I look around the room
So full of people
So full of sounds
and friendship
And yet here I am
Surrounded with colleagues
and laughs
But I have never felt more lonely
So full of people
So full of sounds
and friendship
And yet here I am
Surrounded with colleagues
and laughs
But I have never felt more lonely
sábado, 13 de abril de 2013
Step one
É engraçado como podemos passar tanto tempo dentro de nossas próprias mentes e nem mesmo percebemos que o fazemos.
Passo metade de meu dia tendo conversas comigo mesma, fazendo planos e imaginando situações que provavelmente nunca se tornarão realidade. De conversas simples a melhores amigos, de sorrisos a amores intensos, ao chá com biscoitos num flat em Londres.
O mundo poderia acabar e eu não notaria.
Obviamente a atitude mais recomendada seria que eu parasse de monopolizar a mim mesma e exteriorizasse minhas ideias. Se ao menos fosse tão fácil quanto soa.
Sair de minha zona de conforto é difícil. Quase impossível. Principalmente por não ter certeza se quero dela sair.
Mas tentarei. Baby steps. Uma frase, um texto, pensamentos aleatórios jogados no papel que de sentido podem ser desprovidos. Não importa. O mundinho é meu, afinal de contas.
This is step one. Nada de filosofias profundas demais. Nada de contos. Só um lembrete.
Acho que não machuca. Pelo menos ainda não.
Passo metade de meu dia tendo conversas comigo mesma, fazendo planos e imaginando situações que provavelmente nunca se tornarão realidade. De conversas simples a melhores amigos, de sorrisos a amores intensos, ao chá com biscoitos num flat em Londres.
O mundo poderia acabar e eu não notaria.
Obviamente a atitude mais recomendada seria que eu parasse de monopolizar a mim mesma e exteriorizasse minhas ideias. Se ao menos fosse tão fácil quanto soa.
Sair de minha zona de conforto é difícil. Quase impossível. Principalmente por não ter certeza se quero dela sair.
Mas tentarei. Baby steps. Uma frase, um texto, pensamentos aleatórios jogados no papel que de sentido podem ser desprovidos. Não importa. O mundinho é meu, afinal de contas.
This is step one. Nada de filosofias profundas demais. Nada de contos. Só um lembrete.
Acho que não machuca. Pelo menos ainda não.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Charles Bukowski
My dear,
Find what you love and let it kill you.
Let it drain you of your all.
Let it cling onto your back and weigh you down into eventual
nothingness.
Let it kill you and let it devour your remains.
For all things will kill you, both slowly and fastly, but it's much better to
be killed by a lover.
Find what you love and let it kill you.
Let it drain you of your all.
Let it cling onto your back and weigh you down into eventual
nothingness.
Let it kill you and let it devour your remains.
For all things will kill you, both slowly and fastly, but it's much better to
be killed by a lover.
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