É engraçado como podemos passar tanto tempo dentro de nossas próprias mentes e nem mesmo percebemos que o fazemos.
Passo metade de meu dia tendo conversas comigo mesma, fazendo planos e imaginando situações que provavelmente nunca se tornarão realidade. De conversas simples a melhores amigos, de sorrisos a amores intensos, ao chá com biscoitos num flat em Londres.
O mundo poderia acabar e eu não notaria.
Obviamente a atitude mais recomendada seria que eu parasse de monopolizar a mim mesma e exteriorizasse minhas ideias. Se ao menos fosse tão fácil quanto soa.
Sair de minha zona de conforto é difícil. Quase impossível. Principalmente por não ter certeza se quero dela sair.
Mas tentarei. Baby steps. Uma frase, um texto, pensamentos aleatórios jogados no papel que de sentido podem ser desprovidos. Não importa. O mundinho é meu, afinal de contas.
This is step one. Nada de filosofias profundas demais. Nada de contos. Só um lembrete.
Acho que não machuca. Pelo menos ainda não.
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