segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Revenge

Dez segundos.
Ele respirou fundo, tomando o aparelho nas mãos e mirando seu alvo.
Sete.
Por que todos pareciam encará-la?
Quatro.
Mirou, paralisando-se naquela posição.
Dois.
Era hora. Prendeu a respiração.
Um.
Atirou. Atingiu.

Vingança.

Berros, choros. Cheiro de sangue.
Haviam testemunhas.
Foi sua vez de levar um tiro, disparado de algum ponto entre os generais que mantinham guarda a poucos metros de onde ele se encontrava.

Então veio a dor.  Mais dez segundos.
Sentiu frio.
Veio a escuridão, e somente ela.

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